Google Home vs Amazon Echo vs Apple HomePod

Fora o design, um fator que tem feito o Amazon Echo Dot líder nas vendas é seu preço. Enquanto o Echo custa US$ 180, o Google Home sai por US$ 130 e o HomePod, da Apple US$ 349, o Dot pode ser comprado por apenas 50 dólares, sendo que durante a recente promoção relâmpago da Amazon o aparelho custou US$ 35.

A batalha para a casa inteligente tem sido uma guerra, mas a Apple entrou na briga com a introdução do seu novo HomePod. O HomePod foi revelado durante a WWDC 2017 e o keynote deixou claro que este dispositivo foi criado para assumir o lugar do Google Home e tomar a liderança da Amazon Eco no mercado.


Bem, inicialmente percebemos uma grande diferença nos preços praticados entre os três produtos. Todos estamos acostumados com a Apple cobrando preços premium em seus produtos, mas o HomePod (US$ 349) é quase duas vezes mais caro do que o Amazon Eco (US$ 179,99) da Amazon e consideravelmente mais caro do que o Google Home (US$ 129) da Google.


O HomePod vem com sete tweeter speakers e um woofer com configuração dedicada, cada um com uma configuração customizada. Esta é claramente a configuração mais substancial e cara do que a combinação única de tweeter e woofer oferecidos pelo Amazon Eco com um único speaker, e da configuração disponibilizada pelo Google Home. Isso torna o HomePod consideravelmente mais volumoso do que os seus concorrentes, chegando a 5,5 lbs e 172 x 142 mm. O Google Home pesa 1,05 lbs e tem 142,8 x 96,4 mm, sendo o Amazon Eco o mais enxuto, pesando 2,34 lbs, medindo 235 x 84 mm.

Claro, precisaremos esperar e ver exatamente quão melhor o som é em sua totalidade, e se vale a pena o preço premium da Apple. Mas será uma tarefa difícil neste mercado, que provou-se bastante sensível aos preços. Sempre haverá a opção de se conectar a US$ 50 com o Amazon Echo Dot. Além disso, veremos outros produtos das mais renomadas marcas de áudio, com suporte ao Alexa e ao Assistente da Google aparecerem num futuro não muito distante.


No que diz respeito ao software e seus recursos, no sistema HomePod o suporte a terceiros é completamente bloqueado, por consequência, oferece-se muito menos opções do que os demais modelos. Mas, tudo isso pode muito bem mudar com o tempo, devido ao confronto com os demais produtos Amazon Eco e o Google Home que oferecem substancialmente mais escolhas em ambos os serviços de streaming de música e demais produtos compatíveis com smarthome.

O HomePod atualmente só suporta o Apple Music, que será uma decepção para os fãs de outros serviços populares, como o Spotify ou Pandora suportados na Amazon e nas plataformas da Google. O HomePod suporta o novo AirPlay 2 padrão Wi-Fi mais limitado, que mais uma vez não suporta os serviços de terceiros, assim como Chromecast Audio faz.


Tudo isso envolve a estratégia de enlace da Apple no jogo de arquiteturas proprietárias para o mercado de smarthome através dos seus produtos HomeKit. Se estiver desejando integrar o HomePod com outros produtos para a smarthome, ficará limitado aos fabricantes que cumprem com a norma do HomeKit da Apple. Já o Amazon Echo tem uma abordagem muito mais aberta, ampliando o suporte para quase qualquer coisa fabricada por terceiros através do Alexa Skills, uma plataforma orientada por voz.

Claro que devemos considerar as respectivas competências dos assistentes inteligentes. Não vou abranger profundamente aqui, mas o Assistente do Google provou-se altamente capaz, quando se trata de compreender as solicitações mais complexas, consciência contextual e a capacidade de fazer perguntas de acompanhamento. O Alexa não domina tanto o lado contextual mas suporta uma enorme variedade de comandos, enquanto a Siri posiciona-se em algum lugar entre ambos. Não combina com a inteligência do enorme catálogo de terceiros da Google nem do Alexa.


Echo e Home estão claramente sendo divulgado como alto-falantes inteligentes conectados com os assistentes que tomam um papel fundamental na comercialização dos produtos. A Apple está se concentrando mais no aspecto de alto-falante para a casa high-end com os recursos da Siri. Além disso, o HomePod parece estar mais vocacionado para o ecossistema da Apple, ao invés daqueles que usam os serviços de terceiros. Talvez não seja um mau início, a fim de pegar uma fatia do mercado de casa inteligente, mas pode impedir o HomePod de ser um produto inovador.

Se estiver tentado pela proposição da Apple, então prepare-se para um estado de espera. O HomePod não vai pousar nas mãos do consumidor até Dezembro|17, e muita coisa pode mudar até lá.


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Indústria 4.0 - Existem várias Oportunidades nas Cadeias de Valor Horizontal e Vertical



Sim, todas as empresas geram informação. Os gestores tomam decisões com base em informação, muitas vezes obtida através de múltiplas fontes de dados, mas quantas empresas estruturam e contextualizam devidamente os dados recolhidos para que estes possam servir de fundamento para tomada de decisão ? Quantos decisores aceitam que toda a informação disponível à distância de um clique reflete essencialmente eventos passados, continuando a ser muito difícil prever o futuro?

Será que as métricas são a chave?

É óbvio que as métricas são uma parte importante dos modelos de negócio atuais. Utilizamos métricas para reportar o status, o risco, a qualidade, etc…


Mas serão estas o principal estímulo para a tomada de decisão?

Não acredito nesta ideia. As métricas são, sem dúvida, um importante ponto de partida, uma base para fazer as perguntas certas, para investigar um pouco mais através da relativização de conceitos abstratos. A partir de uma análise das métricas certas estamos mais habilitados a compreender eventos passados, o que nos ajuda a construir modelos preditivos e, com base neles, a tomar melhores decisões.

Vivemos num mundo em que dispor da informação adequada no momento certo é uma condição imprescindível para gerir eficazmente qualquer negócio. Um bom modelo de governança deverá garantir que a informação necessária esteja sempre disponível, eliminando práticas e processos que contribuam para o condicionamento da informação.

Nesta série de artigo, tomamos consciência que um elevada percentual de empresas industriais estão convertendo seus processos e seus recursos para as novas tecnologias digitais (data analytics & big datacloud computingimpressão 3Drobóticainternet of things, etc…). Tudo indica que as fábricas estão ficando cada vez mais inteligentes!

A maioria das empresas industriais estão muito atentas ao potencial que poderá resultar do processo de digitalização do seu modelo de negócio. Este novo paradigma já entrou na agenda das comissões executivas que procuram identifica as novas oportunidades para diversificar mercados e aumentar receitas.

Sendo inegáveis as vantagens decorrentes destes novos modelos de negócio baseados na digitalização da economia, as empresas que limitam a aplicação destas novas tecnologias a uma “mera” redefinição da oferta de produtos e serviços, cometem um erro de avaliação. Estas novas ferramentas tecnológicas também estão disponíveis para transformar as operações em toda a cadeia de valor, aumentando a rapidez de execução, a eficiência, a confiabilidade e a flexibilidade, tornando as empresas mais ágeis.

Na economia digital, o cliente assume uma nova centralidade, aceitando partilhar informação sobre si, exigindo em troca a personalização e a disponibilidade imediata. Esta transformação da relação entre oferta e a procura é irreversível e tem estado na gênese de várias empresas que vieram a alterar, por vezes de forma radical, alguns dos setores tradicionais da economia.

Empresas, industriais ou não, que queiram sobreviver e aproveitar as vantagens destas novas ferramentas, devem melhorar as suas competências digitais e, a curto prazo, serão forçadas a investir em projetos de digitalização dos seus modelos de negócio, seja atuando no portfólio de produtos ou processos, nos modelos de distribuição ou na otimização dos seus processos internos, sob pena de serem ultrapassadas por novos players, mais preparados digitalmente e com maior capacidade de adaptação a um mundo globalizado e digitalmente interconectado.

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Indústria 4.0 - Globalização, com Divergências Regionais


A Indústria 4.0 deverá permitir criar redes digitais e ecossistemas que, em muitos casos, irão impactar globalmente, sendo distintos em cada região, mas promovendo a globalização.

Leia tudo relativo a Indústria 4.0:

Tanto os mercados desenvolvidos, como os em desenvolvimento, beneficiarão com esta globalização.

Por exemplo, empresas no Japão e na Alemanha são as mais avançadas na digitalização das suas operações internas e em parcerias ao longo da sua cadeia de valor horizontal.

Com elevados investimentos em tecnologias e em formação, estas empresas veem sua transformação digital em termos de ganhos de eficiência operacional, redução de custos e níveis de qualidade mais rigorosos.



As empresas industriais chinesas, destacam-se em todos os aspetos da digitalização: Têm expectativas de redução de custos acima da média e também de aumento das receitas, provenientes dos investimentos digitais. Na realidade a China é um dos países que mais poderá beneficiar-se com a automatização e digitalização dos processos de produção, podendo até fazer face à tendência de aumento da remuneração da mão-de-obra no setor. Adicionalmente, as empresas Chinesas são altamente flexíveis e abertas à transformação digital.

A opinião geral é a de que as economias desenvolvidas podem destacar-se, pelo menos no curto prazo, na Indústria 4.0, já que estão mais alinhadas com as melhorias a nível das operações digitais para ganhar eficiência.

As empresas que querem alterar os seus modelos de negócio para a Indústria 4.0, devem considerar que todas as competências digitais são relevantes.


Estes processos exigem tempo e, para se possa obter uma vantagem competitiva face à concorrência, é necessário o comprometimento total por parte da gestão e consideráveis investimentos na implementação das soluções.





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Indústria 4.0 - Os Pilares da Análise de Dados e a Confiança no Digital


A informação é a base da quarta revolução industrial, contudo o enorme crescimento dos volumes de informação recolhida traz pouco valor sem as devidas técnicas de análise. O rápido crescimento dos sensores e dispositivos conectados resulta num contínuo fluxo de dados.

Leia tudo relativo a Indústria 4.0:

Os dados são um elemento fundamental para a Indústria 4.0 e uma competente análise dos mesmos um pré-requisito para uma implementação digital de sucesso.

A Indústria 4.0, ou Quarta Revolução Industrial, automatizada, controlada por robôs e baseada em sistemas ciber-físicos, deixa para trás a fábrica tradicional. Neste novo cenário, com o avanço dos sistemas de Big Data e a Internet das Coisas, os processos produtivos repletos de sensores podem ser controlados remotamente.

O conceito de Indústria 4.0 ganhou força na Alemanha através de um projeto estratégico envolvendo empresas, universidades e o governo com a proposta de modernizar a indústria local que, aliás, já era um tanto desenvolvida. Aos poucos este conceito disseminou-se para outros países.


Os alemães usam este termo em função das três revoluções industriais já existentes. A atual revolução, a quarta, é a fase em que as máquinas, baseadas em sistemas ciber-físicos, tomam decisões de quando ligar, desligar ou de quando acelerar ou reduzir a produção no ambiente industrial. Os alemães batizaram esta fase de Indústria 4.0, já os americanos e os chineses a chamam simplesmente de “Manufatura Avançada”.

Agora é tempo de passar da fase de descoberta e mera percepção dos dados para a fase do conhecimento da informação e definição de ações decorrentes desse conhecimento.

À medida que os ecossistemas digitais se expandem, também a necessidade de estabelecer fortes níveis de confiança digitais aumenta, suportada na transparência e integridade dos dados.

Adicionalmente, as competências de gestão de risco e de proteção de dados evitam imprevistos criando um valor acrescido à operacionalização dos sistemas. Muitas empresas têm se preocupado com as possíveis extrações ou modificações não autorizadas de dados e pouco mais da metade refere-se a responsabilização quanto a perda de algum tipo de dado.

Fontes:
Exame.com – Indústria 4.0 exigirá um novo profissional.
Automação Industrial.info – Indústria 4.0: uma visão da automação industrial.
Marcio Venturelli – Indústria 4.0: o protocolo Profinet e a indústria 4.0.
Portal da Indústria.com.br – Entrevista: Brasil pode criar a indústria 4.0 verde e amarela – Jefferson Gomes.
Computerworld.com.br – Você está preparado para viver a revolução da indústria 4.0?

Canal Dana – O Brasil ficará fora fora da indústria 4.0 por falta de investimentos e informação.


#3Dprinting #AI #AR #Analytics #BigData #CloudComputing #CPS #CyberPhysicalSystems #Indústria4.0 #Infographic #InternetofThings #IoT #M2M #ML #Mobile #SCADA #TransformaçãoDigital


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Indústria 4.0 - A Transformação Digital da Indústria


As principais empresas industriais vivem uma profunda transformação digital. Estão a digitalizar algumas das suas funções internas essenciais, na cadeia de valor vertical, bem como externas, com os seus parceiros da cadeia de valor horizontal e já estão a melhorar os seus portfólios de produtos com funcionalidades digitais e serviços inovadores de bases de dados.

Leia tudo relativo a Indústria 4.0:

No final deste processo de transformação, as empresas industriais de sucesso tornar-se-ão verdadeiras empresas digitais, com os seus produtos físicos melhorados por interfaces digitais e serviços inovadores com base em dados e informação. Estas empresas digitais irão trabalhar mais próximas dos seus clientes e fornecedores em verdadeiros ecossistemas industriais digitais.



Atualmente vive-se uma transformação digital na indústria, que está sendo referenciada como uma nova revolução e conhecida como a quarta revolução industrial. Essa nova revolução foi precedida por três anteriores, sendo que a primeira foi baseada no carvão como fonte de energia, impulsionando, assim, as máquinas a vapor e transformando o trabalho artesanal em automatizado; posteriormente, houve a segunda revolução industrial, baseada em conceitos de eletricidade para atingir a produção em massa; já a terceira revolução industrial baseou-se em sistemas eletrônicos e computacionais, tendo como o seu maior expoente os sistemas Supervisory Control and Data Aquisition (SCADA), que foram utilizados para aprimoramento e eficiência da linha de produção.

Hoje, vive-se no limiar da quarta revolução industrial, que se apoia fortemente nas tecnologias habilitadoras, tais como: Internet of Things (IoT), Machine Learning, Big Data Analytics, Cyber-Physical Systems (CPS), Machine-to-Machine (M2M) e Cloud Computing. Essas tecnologias, trabalhando cooperativamente, são utilizadas para promover a transformação digital descrita nas visões ao redor do mundo, entre as quais se destacam: Industry 4.0, Industrial Internet Consortium e Manufatura Avançada.

O potencial mundial dessas tecnologias cresce de forma acelerada principalmente nos segmentos de e-commerces e de empresas que oferecem experiências e entretenimento, como os serviços de streaming de vídeos, filmes e músicas. Estas mesmas tecnologias avançam agora fortemente na indústria no movimento conhecido como Internet Industrial, com avanços importantes observados na Europa, América do Norte e Ásia.

Quando levamos essa realidade para as manufaturas brasileiras, temos uma defasagem visível, o que impacta consideravelmente a competitividade da indústria diante de países como Alemanha, Estados Unidos e China. Seria necessário instalar cerca de 165 mil robôs industriais para que o Brasil se aproximasse da densidade robótica atual da Alemanha. No ritmo atual – de cerca de 1.500 robôs instalados por ano no País – levará mais de 100 anos para atingir essa performance.

A aplicação do conceito de Internet das Coisas (IoT) nas fábricas, conectando robôs e automatizando processos, recebeu o nome de Internet Industrial. Essa transformação implica na adoção de um conjunto de tecnologias de TI e de automação industrial na formação de um sistema de produção com intensa digitalização de informações e comunicação direta entre sistemas, máquinas, produtos e pessoas. Este processo gera ambientes de manufatura altamente flexíveis para atender a demanda crescente por produtos cada vez mais customizados.

A boa notícia é que a indústria brasileira não precisará passar por todo o processo de modernização fabril ocorrido nos países desenvolvidos nas últimas décadas, para só então aderir a essas tecnologias. Deve-se queimar etapas, sem ignorar a evolução, preservando a indústria presente e preparando-a para um cenário no qual as tecnologias da informação e de automação gerarão vantagens competitivas para as nações com setor de manufatura relevante.

A Internet Industrial, que reúne máquinas inteligentes, análise computacional avançada e trabalho colaborativo entre pessoas conectadas – e a Indústria 4.0 -, criam enormes oportunidades para setores industriais diversos, tais como manufatura, transporte, energia e saúde. Boa parte dessas tecnologias disruptivas ainda requer mais avanços, customização e a criação de soluções abrangentes que funcionem e gerem os benefícios esperados, tais como Big Data, Analytics, Nuvem, Segurança e Automação de conhecimento na área de software e em Robótica Avançada, Manufatura Aditiva, Novos Materiais, Energias Sustentáveis e simulação no campo da engenharia.


Para empreendedores que já atuam nos segmentos diretamente impactados por essa revolução, a solução é investir tempo na formulação de um plano consistente para avaliar e aplicar as novas tecnologias em suas operações, reunir a equipe interna com especialistas do mercado e analisar a viabilidade e o impacto de cada delas. Na transição, uma dica é pilotar cada ideia, medir os resultados e expandir para toda a operação.



Definir a estratégia para a Indústria 4.0
A estratégia irá definir todos os passos a seguir para que a empresa se torne digital. É necessário: a) avaliar a atual maturidade digital e definir objetivos claros para os próximos cinco anos; b) dar prioridade a medidas que irão trazer maiores benefícios à empresa; c) liderança da empresa alinhada e disposta a suportar e defender a abordagem a seguir.



Desenvolver projetos-piloto
Utilizar projetos-piloto para apresentar os conceitos e demonstrar o valor acrescentado que estes podem trazer à empresa. Depois de reunidos exemplos de sucesso será mais fácil ganhar a aprovação da gestão da empresa e assegurar investimentos de maior dimensão. Criar parcerias com startups e empresas digitais líderes é uma boa estratégia para acelerar o processo de inovação digital.




Definir as competências essenciais necessárias
As abordagens de maior sucesso passam pela análise das capacidades necessárias para executar novos modelos de negócio digitais. Para implementar uma nova competência é necessário considerar quatro dimensões estratégicas: organização, pessoas, processos e tecnologia. É necessário desenvolver estratégias de implementação de novas tecnologias, que também estimulem pessoas e que possam ser benéficas à operacionalização da empresa.


Desenvolver as capacidades de análise de dados
Identificar e reunir a melhor informação, partilhá-la para os devidos propósitos e analisá-la de forma eficaz será crítico para uma tomada de decisão mais esclarecida. É crucial utilizar os dados para melhorar os produtos e os processos, desenvolvendo ligações diretas entre o processo de decisão e o desenvolvimento de sistemas inteligentes.



Transformar-se numa empresa digital
A decisão de executar uma transformação digital na empresa deve ser levada em consideração, com liderança, compromisso e visão por parte da gestão. Para que se possa adotar uma cultura digital, todos os colaboradores deverão estar alinhados com esse objetivo, na forma como pensam e agem, experimentando as novas tecnologias e aprendendo novas formas de executar.


Planejar ativamente uma abordagem ao ecossistema digital
É fundamental o desenvolvimento de produtos e serviços de forma a dar resposta à procura do consumidor. Os verdadeiros avanços na performance ocorrem quando se procura ativamente entender os comportamentos dos consumidores, permitindo-lhe definir qual o papel da sua empresa num futuro ecossistema de parceiros, fornecedores e consumidores.

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