A Indústria Farmacêutica e a Internet das Coisas (IoT)

A Indústria Farmacêutica e a Internet das Coisas








Infinitas Aplicações da IoT na Indústria Farmacêutica

Imagine se houvesse condições de presentear todos os seus principais Médicos colaboradores com um broche discreto - talvez um pouco menor e mais discreto que o acima. Agora, pense na possibilidade deste pequeno dispositivo, quando usado, permitir o pronto reconhecimento por nome e especialidade em qualquer loja nas redes dos seus fornecedores em todo o Brasil.

Criando uma Conexão Emocional - A experiência

 Criando uma Conexão Emocional Visita Médica Produtiva


Adicionalmente imagine disponibilizar o acesso a qualquer produto original que desejar ou efetuar ações de encantamento surpresa, onde ao adentrarem em um determinado recinto, recebam uma cesta especial ou um desconto diferenciado. Agora imagine que esta experiência fosse ampliada para estacionamentos, cinema, etc...


Bem, nenhuma dessas experiências precisam ficar necessariamente somente em nossas imaginações. Não. A Internet das Coisas - IoT (Internet of Things) - já pode tornar isso realidade.


A Internet das Coisas - Internet of Things -  é, em certa medida, fruto do trabalho desenvolvido pelo MIT Auto-ID Laboratory, recorrendo ao uso do RFID e Wireless Sensor Networks. O objetivo foi, desde o início, criar um sistema global de registro de bens usando um sistema de numeração único chamado Electronic Product Code.


Internet das Coisas é uma revolução tecnológica que representa o futuro da computação e da comunicação e cujo desenvolvimento depende da inovação técnica dinâmica em campos tão importantes como os sensores wireless e a nanotecnologia.

Esta tecnologia foi desenvolvida para permitir a interligação de objetos e aparelhos do dia a dia entre si a grandes bases de dados, a redes e a Internet. Para tornar isso realidade, foi necessário criar um sistema eficiente de identificação. Desse modo seria possível registrar dados de cada uma das coisas que se desejasse. A utilização da identificação por rádio frequência, RFID, propicia essa funcionalidade.

Outro exemplo prático que já vem ocorrendo na indústria farmacêutica, é o que diz respeito as caixas de comprimidos que sabem se tomamos ou não o medicamento do dia, notificando uma central que ligará para você, lembrando-lhe da urgência dessa medida, o que pode ocorrer não apenas através de uma central, mas por meio de um aviso sonoro no sistema de áudio do ambiente em que estiver, uma mensagem de texto no smartphone, smartwatch ou na televisão ou até mesmo com o piscar das luzes de casa. Há também um medidor de pressão e oximetria que, conectado à internet, envia esses dados para um software que pode remetê-los ao seu médico e, se for o caso, até mesmo chamando uma ambulância.


Aplicações Domésticas


Antes de ir ao mercado a IoT está estendendo suas 'garrinhas' no mercado doméstico a bastante tempo. Mais uma vez imagine-se entrando em sua casa após um dia de trabalho estafante, onde teve a agenda cheia de reuniões e temas nada suaves.


Agora você chega em casa e a fechadura da sua porta sabe quem é você. Não precisa de chave. Ao entrar em casa uma música suave está tocando, pois iniciou assim que se aproximou de casa. A temperatura do ar condicionado está agradável e ao passo que anda pela casa a melodia da sua música o acompanha pelos cômodos.


Bem, para que uma casa receba seu morador conforme o roteiro descrito acima, não são poucas as coisas, ou dispositivos eletrônicos, que precisam conversar entre si usando a internet ou redes parecidas com a internet. O smartphone ou o smartwatch com GPS, por exemplo, precisam avisar sua casa que você já saiu do trabalho e, com base num banco de dados com seus horários, entender que o dia foi mais longo que o de costume. Então a fechadura da porta precisa estar conectada à internet para que consiga abrí-la com o smartwatch. O carro deve enviar a temperatura ambiente de dentro do veículo para que o sistema de ar-condicionado de casa possa reproduzí-la no apartamento.


O sistema de som da casa deve conhecer os seus gostos musicais e acompanhar as suas andanças pelo imóvel rastreando o smartwatch no seu pulso. A geladeira precisa identificar que a cerveja acabou e autorizar a compra de mais uma caixa de bebida para ser entregue no mesmo dia. Todos os objetos precisam comunicar-se entre si, com alguma inteligência.


Infinitas Aplicações


Um protocolo comum permitirá que nosso carro converse com o ar-condicionado de casa e do escritório. Também funcionará com uma gama gigantesca de sensores e dispositivos eletrônicos nos mais diferentes aparelhos, que, dialogando entre si, têm potencial para criar uma biblioteca de serviços infinita. 


A internet das coisas tem potencial para transformar nossa sociedade, economia e como vivemos nossas vidas.


De onde surgiu a ideia?


Em 1991 começou a discussão sobre a conexão de objetos, quando a conexão de TCP/IP e a Internet que conhecemos começou a se tonar acessível. Bill Joy, cofundador da Sun Microsystems, foi a cabeça pensante por detrás da ideia de conectar várias redes e dispositivos.
E foi em 1999 que Kevin Ashton, do MIT, propôs o termo “Internet das Coisas” após dez anos de estudo e projetos, escreveu o artigo “A Coisa da Internet das Coisas” para o RFID Journal, e a partir dai o termo se popularizou.
Segundo Ashton, a falta de tempo na rotina das pessoas fará com que necessitem se conectar a internet de várias maneiras. Com a mobilidade e tecnologia avançando, será possível acumular dados e até o movimento dos corpos com precisão.
Esses registros poderão servir para otimizar e economizar recursos naturais e energéticos, por exemplo, além de infinitas facilidades pessoais e de saúde.



 
If you are, please connect with me - I'm always happy to befriend.
(Caso queira conectar-se comigo, estou sempre feliz em ajudar.)

WhatsApp - O Médico que você Visita usa?

WhatsApp - O Médico que você Visita usa?



Você tem tirado partido do fato dos usuários brasileiros, incluindo os seus clientes, serem massivos utilizadores do WhatsAppConsegue manter um canal aberto com eles através do WhatsApp? Sua empresa tem uma abordagem específica ou material de marketing para ser divulgado através deste?

Uma pesquisa solicitada pelo IBOPE  realizada com internautas brasileiros revelou que o WhatsApp é usado por 93% deles, e o Facebook ocupou o 2º lugar com 79% e em 3º vem o aplicativo de vídeos YouTube com 60%.

Leia também:

Este estudo foi o resultado do primeiro Contectai, orgão que se diz representativo da população de internautas do Brasil. Ou seja, os entrevistados neste estudo cadastraram-se neste site.



Lembrando que jogos, lojas de apps (App Store), mobile banking, mapas podem integrar mais de um app, e no caso dos mapas – não inclui o Waze que aparece separadamente na 12º colocação neste ranking.

1 - WhatsApp (93%)
2 - Facebook (79%)
3 - YouTube (60%)
4 - Instagram (37%)
5 - Jogos (35%)
6 - Mapas (19%) / exclui usuários do Waze (12º)
7 - Lojas de aplicativos (17%)
8 - Twitter (14%)
9 - Skype (11%)
10 - Mobile Banking (10%)
11 - Netflix (9,5%)
12 - Waze (8%)
13 - Snapchat (6,5%)
14 - Spotify (5,5%)
15 - LinkedIn (5%)

O estudo revelou que, em média, os internautas possuem 15 aplicativos instalados no smartphone. Metade dos entrevistados – cerca de 49% – usa diariamente menos de cinco apps e 42% utilizam entre cinco e dez por dia.
A pesquisa foi realizada com 2.000 internautas em dezembro de 2015.
*Com informações do IBOPE






 
If you are, please connect with me - I'm always happy to befriend.
(Caso queira conectar-se comigo, estou sempre feliz em ajudar.)

Redes Sociais de Saúde - Webtribes




Redes Sociais de Saúde - Webtribes



O advento de rede sociais tais como o Facebook, Linkedin, e mesmo as mais antigas redes como Orkut e MySpace, trouxeram a luz a possibilidade de pessoas reunirem-se ao redor de uma necessidade comum e formar grupos ou comunidades onde um 'problema' comum era discutido e ideias eram trocadas e ampliadas. Não demorou muito para que o alvo central de tais grupos fossem as doenças de interesse comum, apesar da dificuldade para lidar com a privacidade dos membros participantes.

Hoje, onde a captura de dados estruturados, através de comunidades como Patients Like Me ou Inspire, permitem a exploração de tais informações, criando um novo desafio para a indústria farmacêutica.

Em 2005, os empresários de Internet Ryan & Kristin FitzGerald desenvolveram um site de rede social para os alunos com dislexia com um blog e rede online. 

Os membros sentiram-se muito bem por ter um lugar onde sua deficiência era vista como normal, onde poderiam expressar-se de forma honesta e sem julgamento.

Desde então, Ryan & Kristin têm trabalhado para desenvolver tais comunidades de indivíduos que sofrem de várias doenças mentais e vícios. Com a crença de que se comunicar, compartilhar e se conectar com outras pessoas na sua comunidade tenha um efeito positivo sobre a sua cura e vida.

A comunidade WebTribes promove um ar de aceitação não encontrados em outros sites de redes sociais. Cada tribo representa um lugar onde as pessoas que sofrem com desafios semelhantes podem se conectar de uma forma não-ameaçadora.

WebTribes Inc. tornou-se a maior rede de sites de comunidades de apoio destinadas a trazer as pessoas que necessitam de apoio em conjunto de todo o mundo. 

Com base na sua experiência em redes sociais e tecnologia de busca da equipe WebTribes, desde então, lançada através de  dois sites profissionais: TherapyTribe e AttorneyTribe , com o objetivo de profissionais qualificados se conectarem com a sua crescente comunidade de pesquisa.




REDES SOCIAIS DE SAÚDE
  • Webtribes
  • e-patients - Inspire
  • Practice Fusion - EHR - Electronic Health Record
  • Genomera
  • CureTogether
  • PLM - PatientsLikeMe



Redes Sociais de Saúde - e-patients - Inspire

Redes Sociais de Saúde - e-patients - Inspire



Não há como ignorar que novas plataformas, tais como Skype e FaceTime, permitirão uma comunicação mais achegada entre os médicos e seus pacientes. O desafio agora está, não na tecnologia, mas na legislação e nas políticas de reembolso e remuneração que precisam ser adaptadas e fixadas. Caso converse com seu médico pelo iPhone, talvez precise de privacidade e o médico deverá ser pago por isso. E certamente não será prático o médico coletar suas informações todas vezes que atendê-lo. em breve, necessitaremos de um sistema regulatório que propicie recompensar os médicos e os planos de saúde.

Inspire tem mais de 100 parcerias nacionais com organizações de pacientes e mais de 500.000 membros. A Inspire criou uma plataforma autêntica para o engajamento do paciente.

Inspire é uma empresa privada com sede em Princeton, NJ, em parceria com diversas organizações, incluindo:

- Aliança Nacional Americana de Câncer do Ovário
- Fundação Nacional Americana de Osteoporose
- Arthritis Foundation
- Fundação Nacional Americana de Psoríase
- Genetic Alliance



REDES SOCIAIS DE SAÚDE
  • Webtribes
  • e-patients - Inspire
  • Practice Fusion - EHR - Electronic Health Record
  • Genomera
  • CureTogether
  • PLM - PatientsLikeMe



Social Media - Omni-Channel ou Multi-Channel

Social Media - Omni-Channel ou Multi-Channel



Ultimamente tem havido um debate salutar em torno da questão sobre como o Mercado Farmacêutico administrará o equilíbrio entre Omni-Channel ou Multi-Channel. Essa acalorada discussão ocorre dado o reconhecido e generalizado fato de que o Mercado Farmacêutico está bem trás de uma série de outros segmentos de mercado no que diz respeito ao uso do marketing digital.

E você o que pensa, este debate é útil ou redundante?

Bem, fiquemos todos na mesma página, consideremos algumas definições:


Multi-Channel é o uso de mais de um canal para transação ou entrega. Sendo muitas vezes um canal digital e outro físico (no varejo de rua geralmente é executado por lojas e um site de comércio eletrônico - E em Pharma por um site de marca e eDetailing).

No caso do Omni-Channel consideramos o uso de todos os canais disponíveis para distribuição, serviço e transação como uma única experiência. Tendo em vista a amplitude disponível para o canal marketing não é necessário fazer distinção entre o Multi-Channel e o Omni-Channel

Esqueça a semântica. A escolha mais acertada será a combinação dos canais que melhor atingirem os objetivos do cliente, trazendo-nos resultados. O que importa é estarmos sempre de olho em como outros setores, em diferentes mercados, abraçaram o Omni-Channel e termos alguma inspiração.

UTILIZANDO MÍDIAS SOCIAIS PARA SE ENVOLVER COM O CLIENTE

No Varejo não há mais uma via de mão única, os varejistas permitiram que os seus clientes criassem e desenvolvessem conversas sobre as suas Marcas. Através das Mídias Sociais disponibilizaram canais de comercialização influentes, potencializaram a construção das suas Marca, e, demonstrando um pouco de boa vontade, obtiveram uma visão sobre a "voz do cliente". 
Você concorda que toda grande empresa farmacêutica tem pelo menos alguma presença em plataformas de Social Media, como o TwitterFacebook e o YouTube, ou deveria ter?

Roche lançou uma série de vídeos no YouTube chamados Drawn to Science que explicam as principais tecnologias envolvidas em suas pesquisas. 

Eli Lilly abordou políticas públicas e outros assuntos no blog LillyPad, além disso a fabricante do Cialis ampliou a sua mensagem através de outras plataformas como o YouTube e o Twitter. Ainda mais recentemente, o conceito LillyPad expandiu-se no Twitter que agora concentra suas interações com jornalistas nesta plataforma do microblog. 

Novartis, que oferece o tratamento oral da esclerose múltipla (MS em inglês) através da droga Gilenya, criou um website específico para esta comunidade 'MS and: Our Story'. Compartilha conteúdo através do Twitter de forma eficaz.

Enfrentar o desafio de Social Media requer mais do que incorporar algumas novas ideias, exige uma mudança radical de perspectiva. Ao invés de perguntar o que você tem a dizer, é melhor que responda perguntas tais como: O que podemos falar sobre esta marca? Como podemos criar valor? Como podemos levar as pessoas a participar?


Olhe o TOP 20 abaixo


Então, deixe-me saber...Sua empresa já aderiu ao Omni-Channel? 


Leia também:





Mídia Social e a Indústria Farmacêutica - Evoluímos ?

Media Social e a Indústria Farmacêutica - Evoluímos ?





Não podemos ignorar que certo conservadorismo e alguma falta de orientação à Indústria Farmacêuticacausaram um certo atraso no que diz respeito às plataformas de Mídias Sociais. Independentemente das reticências, é compreensível que pacientes continuem a falar sobre sua saúde pessoal nas Redes Sociais. A questão é: A Indústria Farmacêutica tem dado ouvidos?

Revolução Industrial foi a transição para novos processos de manufatura no período entre 1760 a algum momento entre 1820 e 1840. Esta transformação incluiu a transição de métodos de produção artesanais para a produção através de máquinas, a fabricação de novos produtos químicos, novos processos de produção de ferro, maior eficiência da energia da água, o uso crescente da energia a vapor e o desenvolvimento das máquinas-ferramentas, além da substituição da madeira e de outros biocombustíveis pelo carvão. A revolução teve início na Inglaterra e em poucas décadas se espalhou para a Europa Ocidental e os Estados Unidos.


LÓGICA INVERSA

Assim como um cartão de ponto eletrônico não garante a produtividade dos funcionários que o utilizam, a proibição do uso das Medias Sociais pode ser um sinal de imaturidade do setor de como lidar com a tecnologia. Ao contrário, as Medias Sociais devem ser exploradas com o engajamento dos colaboradores e seus gestores, propagando institucionalmente a empresa, seus produto e parcerias.

Lembre-se, o departamento de recursos humanos já fez o papel dele, atraindo pessoas de caráter, motivadas e focadas em resultados. Um perfil assim não precisa ser cerceado do uso da Internet ou de Redes Sociais. Este é o passo seguinte a se dar após a Revolução Industrial.

Não inverta as suas prioridades. O foco é preocupar-se com o negócio. Todos devemos nos familiarizar com a tecnologia, tirando dela o que for mais útil para o nosso modelo de negócio. 

Conhece o Google+Youtube, Facebook, Twitter, Instagram 
Sua empresa tem perfis institucionais nelas?

Se as empresas podem criar capacidade para minerar dados nos ambientes dessas Redes Sociais, estas podem ser uma adição útil quais fontes de informações sobre a eficácia, efeitos colaterais, acertividade, aceitação, aplicabilidade e diversos outros desdobramentos sobre nossos produtos.

MEDIAS SOCIAIS MAIS COMUMENTE USADAS PARA MINERAÇÃO




Fornecedores de tecnologia - incluindo IMS - estão alinhando-se para ajudar com este trabalho. A IMS adquiriu a Semantelli em 2014, mas enfrenta a concorrência de nomes como TreatoLiquid Grids e Radian6.


E sua empresa, já recebeu a visita destes fornecedores?


Semantelli







Treato



















Liquid Grids
















Radian6







As Ferramentas Digitais Influenciam as Prescrições Médicas ?

As Ferramentas Digitais Influenciam as Prescrições Médicas ?




Que tipo de influência as ferramentas digitais podem ter sobre as prescrições médicas?

Um estudo recente demonstra que enviar e-mailspromoções e newsletters automáticos para os médicos, pode surtir algum efeito positivo. Mas venhamos e convenhamos, estudos e análises sempre contém algum viés que é menos considerado. Em tempos onde o contato pessoal tem diminuído, o uso destas ferramentas digitais estimula uma interação maior com tais profissionais de tempo reduzidíssimo.
Essa receptividade era esperada. O aumento do uso de Smart TVs,Tablets e Smartphones resultam no aumento geral da familiaridade com modernas interfaces de informações. A proliferação da tecnologia permeia todos os ambientes e a indústria farmacêutica já percebeu isso - Leia Indústria Farmacêutica - Omni-Channel.
Esse reflexo fica ainda mais claro quando constatamos o aumento das prescrições daqueles médicos abordados através de ações digitais, quando comparados com as abordagens convencionais realizadas em alguns países.
Exemplos:

EUA
Ali 24% dos lançamentos de vendas foram realizados através do uso de ferramentas digitais, 32% estavam suscetíveis a prescrever uma receita. 
Nossa percepção aumenta quando analisamos este cenário de outro ângulo: 76% dos lançamentos de vendas foram feitas por Representantes de Vendas, enquanto apenas 43% tinham possibilidades de resultar em prescrições. Ambas as abordagens podem convencer os médicos a prescrever uma receita, mas as ferramentas digitais têm um impacto proporcionalmente maior.

Reino Unido 
Aqui 13% das ofertas de vendas aos médicos foram feitas através de ferramentas digitais, 27% estavam propensos a influenciar a intenção de prescrição de outros médicos. Esta análise é o resultado de um estudo estratégico realizado pela Cegedim, que acompanhou a prescrição em 13 países durante o terceiro trimestre de 2014. 
Japão 
Aqui as ferramentas digitais são utilizadas ainda mais amplamente do que em qualquer outro país, 34% dos lançamentos de vendas foram feitos usando ferramentas tais como e-mails e webinars além de outras. Mas apenas 22% das pessoas ficaram suscetíveis a convencer um médico a fazer uma prescrição. 
As variações entre os países podem obviamente ser explicadas pelas diferenças culturais e geográficas. Como exemplo adicional podemos observar o Canadá. Ali, apenas 10% das interações com os médicos utilizam ferramentas digitais, mas 56% têm a tendência de gerar prescrições. Qual o motivo? 
Bem, Christopher Wooden, vice-presidente da Cegedim explica: 'Os médicos estão espalhados e menos propensos a participar de reuniões, tornando-os mais abertos a outras abordagens'.
Também devemos considerar que, apesar dessas estatísticas serem acompanhadas de perto pelo pessoal de marketing, resultados mais recentes sugerem uma diminuição gradual da influência exercida pelos Representantes. Por quê?
Na última década, os laboratórios de medicamentos derramaram dezenas de milhares de de medicamentos no mercado, em vêm sofrendo com os baixos custos da concorrência com os genéricos, vendo os seus pipelines serem dizimados. Ao mesmo tempo, começam a investir em tecnologias diferentes para maximizar a divulgação junto aos médicos mais eficientes. Tudo isso ocorreu justamente quando cada vez mais médicos vêm limitando suas interações com os Representantes devido a preocupação com presentes inadequados e informações incompletas. Esta tendência tem sido particularmente visível nos EUA.
Como resultado, no ano passado,os contatos digitais com os médicos nos EUA chegaram a 24% das interações durante o terceiro trimestre, ou seja, apenas 9,4% do terceiro trimestre de 2011. No Reino Unido, o uso das ferramentas digitais subiu de 7,5% para 13% durante o mesmo trimestre e de 21% para 34% no Japão.

Fonte: Pharmalot




Vitrine

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...